quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Ela me lembra a Maitê
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Morre lentamente...
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve musica, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco, e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Morre lentamente...
*
* * *
que na maioria dos lugares á atribuído a Pablo Neruda.
Foto: daqui
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
simples assim
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Polimorfia

Há algo de especial na vida quando ela expande seus limites,
Além dos naturais ou simplesmente visíveis
E até mesmo aceitáveis.
A vida não se basta nessa curta existência
E burilamos tantos e tão abundantes ideais
Que ela em seu ritmo natural não nos seria para tanto suficiente.
Buscamos mais ar, cansamos e não nos damos descanso,
Revigoramos a força, a urgência e o prazer.
Uma riqueza que da sabedoria nos leva a preciosidades
Que resultam em nós na sensação
De não nos agüentarmos em nós mesmos.
É a vida transbordando de Vida.
* * * * *
Ao contrário do que muitos pensam, só o amor pode fazer isso.
A luxúria, a lascívia, a devassidão... tudo isso diverte, mas também tudo isso é estéril, sem vida.
Só o verdadeiro amor pode fazer a vida de vida transbordar.


